A obra escolhida pelo meu grupo foi a de Franz Ackermann
Faceland II (You better keep the light on), 2002
Técnica mista
Franz Ackermann é um eterno viajante, que reflete sobre a globalização e o crescimento incessante dos centros urbanos. Em suas pinturas, desenhos, esculturas e instalações, ele se apropria de formas arquitetônicas e estruturas dinâmicas para criar um universo de paisagens culturais comodificadas, que agem como representação de um mundo cada vez mais encolhido. O rápido avanço da tecnologia de informação, a maior velocidade da percepção e também a simultaneidade estão refletidos no uso que Ackermann faz do mundo, suas inter-relações e sobreposições. Os trabalhos apresentados desenvolvem uma narrativa em torno dos temas prediletos do artista, expressos caracteristicamente pelo título do grande painel fotográfico que reúne mapas de All the places I have ever been to [Todos os lugares onde estive].
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Inhotim_Pesquisa Individual
Escolhi a obra Cosmococa 5 Hendrix War, de Hélio Oiticica e Neville D’Almeida.
Hélio Oiticica foi um pintor, escultor, artista plástico e performático de aspirações anarquistas. É considerado por muitos um dos artistas mais revolucionários de seu tempo e sua obra experimental e inovadora é reconhecida internacionalmente.
Em 1959, fundou o Grupo Neoconcreto, ao lado de artistas como Amilcar de Castro, Lygia Clark, Lygia Pape e Franz Weissmann.
Na década de 1960, Hélio Oiticica criou o Parangolé, que ele chamava de "antiarte por excelência" e uma pintura viva e ambulante. O Parangolé é uma espécie de capa (ou bandeira, estandarte ou tenda) que só mostra plenamente seus tons, cores, formas, texturas, grafismos e textos (mensagens como “Incorporo a Revolta” e “Estou Possuido”), e os materiais com que é executado (tecido, borracha, tinta, papel, vidro, cola, plástico, corda, palha) a partir dos movimentos de alguém que o vista. Por isso, é considerado uma escultura móvel.
Em 1965, foi expulso de uma mostra no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro por levar ao evento integrantes da Mangueira vestidos com parangolés. A experiência dos morros cariocas fazia parte da dimensão da sua obra.
Foi também Hélio Oiticica que fez o penetrável Tropicália, que não só inspirou o nome, mas também ajudou a consolidar uma estética do movimento tropicalista na música brasileira, nos anos 1960 e 1970. Oiticica o chamava de "primeiríssima tentativa consciente de impor uma imagem "brasileira" ao contexto da vanguarda". Os penetráveis têm como pré-requisito a incursão do visitante, ou seja, os ambientes coloridos só funcionam com a presença do espectador.
Outras de suas criações são os bólides, recipientes cheios de pigmento que trazem a cidade para uma mostra de arte. Um conjunto tem água da Praia de Ipanema e o asfalto da Avenida Presidente Vargas, "que espreitam o espaço" e esperando o público para detonar experiências estéticas.
Em 16 de outubro de 2009, um incêndio destruiu cerca de duas mil obras do artista plástico - aproximadamente 90% do acervo (avaliado em 200 milhões de dólares), que era mantido na residência do seu irmão, no bairro do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro. Além de quadros e dos famosos "parangolés", no local também eram guardados documentários e livros sobre o artista.
Neville D´Almeida - Cineasta cuja carreira abrange desde filmes experimentais - como Jardim de Guerra (1968), seu longa-metragem de estréia - até campeões de público - como A dama do lotação (1975), a segunda maior bilheteria do cinema nacional de todos os tempos. Desde que dirigiu A dama do lotação tem perseguido o sucesso de público com filmes como Rio Babilônia (1982) e Navalha na carne (1997). Mesmo nos seus filmes mais comerciais, nunca abandonou seu lado experimental, mais evidente em filmes como o remake de Matou a família e foi ao cinema (1990). Contemporâneo de uma excelente safra de cineastas e críticos mineiros, saiu dos bancos das igrejas metodistas para o Centro de Estudos Cinematográficos de Belo Horizonte, em 1958, onde conviveu com os melhores críticos de cinema da época. Bastante influenciado por sua vivência em Nova York e Londres, onde morou nos anos 60 e 70, dirigiu filmes censurados pela ditadura militar e nunca exibidos, como Mangue bang (1971), Surucucu catiripapo (1971) e Gatos da noite (1973). Tem em seu currículo mais de 80 filmes em super-8. Desenvolveu um cinema que mistura marginalidade e fantasias eróticas, como em A dama do lotação e Os sete gatinhos (1977), dois textos do dramaturgo Nelson Rodrigues. Com a adaptação da peça de Plínio Marcos Navalha na carne (1997), com Vera Fisher, volta ao tema da prostituição. Seus filmes foram vendidos para mais de 80 países e são recordistas de exibição na TV brasileira. Em 2005 iniciou a finalização do longa-metragem Maksuara - O crepúsculo dos deuses, uma fábula sobre o conflito do índio com a civilização contemporânea, além de estar finalizando três documentários e dando início ao projeto de remake do longa A dama do lotação.
Hélio Oiticica foi um pintor, escultor, artista plástico e performático de aspirações anarquistas. É considerado por muitos um dos artistas mais revolucionários de seu tempo e sua obra experimental e inovadora é reconhecida internacionalmente.
Em 1959, fundou o Grupo Neoconcreto, ao lado de artistas como Amilcar de Castro, Lygia Clark, Lygia Pape e Franz Weissmann.
Na década de 1960, Hélio Oiticica criou o Parangolé, que ele chamava de "antiarte por excelência" e uma pintura viva e ambulante. O Parangolé é uma espécie de capa (ou bandeira, estandarte ou tenda) que só mostra plenamente seus tons, cores, formas, texturas, grafismos e textos (mensagens como “Incorporo a Revolta” e “Estou Possuido”), e os materiais com que é executado (tecido, borracha, tinta, papel, vidro, cola, plástico, corda, palha) a partir dos movimentos de alguém que o vista. Por isso, é considerado uma escultura móvel.
Em 1965, foi expulso de uma mostra no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro por levar ao evento integrantes da Mangueira vestidos com parangolés. A experiência dos morros cariocas fazia parte da dimensão da sua obra.
Foi também Hélio Oiticica que fez o penetrável Tropicália, que não só inspirou o nome, mas também ajudou a consolidar uma estética do movimento tropicalista na música brasileira, nos anos 1960 e 1970. Oiticica o chamava de "primeiríssima tentativa consciente de impor uma imagem "brasileira" ao contexto da vanguarda". Os penetráveis têm como pré-requisito a incursão do visitante, ou seja, os ambientes coloridos só funcionam com a presença do espectador.
Outras de suas criações são os bólides, recipientes cheios de pigmento que trazem a cidade para uma mostra de arte. Um conjunto tem água da Praia de Ipanema e o asfalto da Avenida Presidente Vargas, "que espreitam o espaço" e esperando o público para detonar experiências estéticas.
Em 16 de outubro de 2009, um incêndio destruiu cerca de duas mil obras do artista plástico - aproximadamente 90% do acervo (avaliado em 200 milhões de dólares), que era mantido na residência do seu irmão, no bairro do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro. Além de quadros e dos famosos "parangolés", no local também eram guardados documentários e livros sobre o artista.
Neville D´Almeida - Cineasta cuja carreira abrange desde filmes experimentais - como Jardim de Guerra (1968), seu longa-metragem de estréia - até campeões de público - como A dama do lotação (1975), a segunda maior bilheteria do cinema nacional de todos os tempos. Desde que dirigiu A dama do lotação tem perseguido o sucesso de público com filmes como Rio Babilônia (1982) e Navalha na carne (1997). Mesmo nos seus filmes mais comerciais, nunca abandonou seu lado experimental, mais evidente em filmes como o remake de Matou a família e foi ao cinema (1990). Contemporâneo de uma excelente safra de cineastas e críticos mineiros, saiu dos bancos das igrejas metodistas para o Centro de Estudos Cinematográficos de Belo Horizonte, em 1958, onde conviveu com os melhores críticos de cinema da época. Bastante influenciado por sua vivência em Nova York e Londres, onde morou nos anos 60 e 70, dirigiu filmes censurados pela ditadura militar e nunca exibidos, como Mangue bang (1971), Surucucu catiripapo (1971) e Gatos da noite (1973). Tem em seu currículo mais de 80 filmes em super-8. Desenvolveu um cinema que mistura marginalidade e fantasias eróticas, como em A dama do lotação e Os sete gatinhos (1977), dois textos do dramaturgo Nelson Rodrigues. Com a adaptação da peça de Plínio Marcos Navalha na carne (1997), com Vera Fisher, volta ao tema da prostituição. Seus filmes foram vendidos para mais de 80 países e são recordistas de exibição na TV brasileira. Em 2005 iniciou a finalização do longa-metragem Maksuara - O crepúsculo dos deuses, uma fábula sobre o conflito do índio com a civilização contemporânea, além de estar finalizando três documentários e dando início ao projeto de remake do longa A dama do lotação.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
Pesquisa
Parkour
O Parkour surgiu na década de 80, na França. David Belle, usou inspirações no seu pai, um dos combatentes na Guerra do Vietnã, que usava alguma das técnicas do Parkour (que naquela época não possuia este nome) na guerra. David Belle então adptou essas técnicas e as batizou "Le Parkour" (O Percurso). Após isso, ele treinava a sua disciplina, e com muita dedicação e tempo, foi reunindo pessoas. Mais tarde, ele apareceu em várias reportagens na mídia, então o Parkour passou de desconhecido à uma disciplina praticada no mundo todo.
Parkour, é uma disciplina onde os praticantes - conhecidos como traceurs, ou traceuse, no feminino - usam seu corpo para passar obstáculo de uma forma rápida e fluente. No Parkour você aprende técnicas desde como subir um muro, até como pular de um lugar alto, porém o parkour NÃO É UM ESPORTE DE PULAR PRÉDIOS. Ele consiste em um homem correndo de alguém/algo e nenhum obstáculo pode pará-lo, mas, ele não é só isso, além de passar os obstáculos, você deve executar os movimentos da forma mais natural possível usando o obstáculo como se fosse parte do seu corpo. Vale a pena ressaltar que você treina o Parkour para você mesmo, você não faz movimentos para impressionar outras pessoas, até por que, isso pode resultar em sérias quedas.
Deriva
Movimento internacional de cunho político e artístico, ativo no final da década de 60 e aspirava por grandes transformações políticas e sociais.
Do ponto de vista situacionista, a arte ou é revolucionária ou não é nada. Os situacionistas se viam como os responsáveis por transformar o trabalho dos dadaístas e surrealistas, enquanto aboliam os dois movimentos.
Acreditavam que a superação da arte só viria pela transformação ininterrupta do meio urbano. Não era construir cidades ideais, mas fazer do urbanismo e da arquitetura ferramentas de uma revolução do cotididano.
Do ponto de vista situacionista, a arte ou é revolucionária ou não é nada. Os situacionistas se viam como os responsáveis por transformar o trabalho dos dadaístas e surrealistas, enquanto aboliam os dois movimentos.
Acreditavam que a superação da arte só viria pela transformação ininterrupta do meio urbano. Não era construir cidades ideais, mas fazer do urbanismo e da arquitetura ferramentas de uma revolução do cotididano.
A deriva é um procedimento de estudo psicogeográfico – estudar as ações do ambiente urbano nas condições psíquicas e emocionais das pessoas. Partindo de um lugar qualquer e comum à pessoa ou grupo que se lança à deriva deve rumar deixando que o meio urbano crie seus próprios caminhos.É pensar por que motivo dobramos à direita e não seguimos retos, por que paramos em tal praça e não em outra, quais as condições que nos levaram a descansar na margem esquerda e não na direita... Em fim, pensar que determinadas zonas psíquicas nos conduzem e nos trazem sentimentos agradáveis ou não.
Flaneur
Flanêur é uma palavra do francês que pode ser traduzida como ''Flanador'' e usada para se referir a homens com um certo comportamento peculiar. Esse estilo de vida foi assim chamado pelo poeta Charles Baudelaire.
Flanar é vagar pelas ruas não simplesmente caminhando, é andar observando tudo à volta.
O flanêur é um amante das ruas que repara em detalhes que para outros cidadão passam despercebidos. Ele valoriza objetos, lugares, pessoas que o observador comum já não repara, por fazerem parte de uma rotina.
O flanêur é um amante das ruas que repara em detalhes que para outros cidadão passam despercebidos. Ele valoriza objetos, lugares, pessoas que o observador comum já não repara, por fazerem parte de uma rotina.
O flanêur é simplesmente uma pessoa que vê o mundo com olhos diferentes da maioria da população, a sua visão é com riqueza de detalhes, e detalhes nas coisas mais simples.
Flash Mob
Em inglês, Flash Mob é a abreviação de “flash mobilization”, que significa mobilização rápida, relâmpago. Trata-se de uma aglomeração instantânea de pessoas em um local público para realizar uma ação previamente organizada através de e-mails ou meios de comunicação social. Para efeitos de impacto, a dispersão geralmente é feita com a mesma instantaneidade. No Brasil, a onda de Flash Mob começou em São Paulo e não demorou muito até que ela se espalhasse pelo resto do país.
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| Pillow Fight é um exemplo de Flash Mob |
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Visita ao FAD
Visitei a galeria de artes visuais onde encontra-se a exposição do FAD. Lá tem projetos de várias partes do mundo que usam e abusam da tecnologia e criatividade. São super interativos, ou seja, passei minha manhã de sábado la no Oi Futuro me divertindo na exposição.
Achei muito interessante em especial dois trabalhos: um que poderiamos escrever no telão através de um laser, e tinham como se fossem canetinhas de cores diferentes e, um outro que ficava ao lado que apenas com um clique do mouse mudavamos o instrumento musical e, mexendo nas peças de lego ia mudando de nota musical.
Achei muito interessante em especial dois trabalhos: um que poderiamos escrever no telão através de um laser, e tinham como se fossem canetinhas de cores diferentes e, um outro que ficava ao lado que apenas com um clique do mouse mudavamos o instrumento musical e, mexendo nas peças de lego ia mudando de nota musical.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
SketchUp em Grupo
Postagem do trabalho final em grupo sobre o Ed. Serramares
http://www.youtube.com/watch?v=xvADOgN8MGs&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=xvADOgN8MGs&feature=player_embedded
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